Os pais que tentam equilibrar o tempo de brincadeira dos filhos encontram na Lego uma alternativa pedagógica e capaz de divertir toda a família. Sem perceber, a criança desenvolve o raciocínio lógico, a criatividade e a coordenação motora. Ela pode seguir as instruções de montagem das peças ou até mesmo reinventar o brinquedo, provocando um estímulo ao “eu que fiz”, o que acaba fortalecendo ainda a autoestima dos pequenos.

Esse tipo de brincadeira ganha cada vez mais espaço. Presente no Brasil há 27 anos, a marca prepara uma série de lançamento para 2011, como o Lego Ninjago, Pharao‘s Quest e Alien Conquest, além de novos itens das coleções Lego City, Star Wars e Hero Factory. Haverá também licenciamentos de sucessos dos cinemas, como o desenho Cars 2 e as aventuras de “Harry Potter” e de Jack Sparrow, em “Piratas do Caribe”. “A preocupação com o caráter educativo existe desde o desenvolvimento dos produtos, que tratam sempre de temas universais”, diz Robério Esteves, diretor de operações da M.Cassab, representante oficial da Lego no Brasil.

Importados

Robério Esteves comanda um crescimento expressivo da Lego no País. Ao acompanhar o mercado, ele encara positivamente as movimentações da indústria brasileira de brinquedos frente aos importados chineses. “É preciso tornar o mercado nacional tão competitivo quanto o chinês”, declara o executivo. Mas ele lembra que não se deve bloquear os importados, especialmente para poder atender à demanda do próprio consumidor por itens estrangeiros, muitas vezes encontrados pela internet. “Não podemos nivelar por baixo”, observa Esteves. O apoio do governo também será fundamental para proteger os brinquedos brasileiros e qualificar a circulação dos importados por aqui.