Rede de franquia Bubblekill aposta no formato quiosque para maior expansão

Mais de 70% das novas unidades da marca possuem esse formato, mais procurado por empreendedores e franqueados

Menor custo, localização privilegiada e processo de instalação mais rápido. Esses são alguns dos fatores levados em consideração por 70% dos franqueados da rede Bubblekill, que preferem o formato quiosque ao modelo de loja nos shoppings do país.

Lançada em janeiro de 2017, a rede de franquias da bebida taiwanesa com bolhas de sabor que explodem na boca, conta com 62 unidades em oito estados. A previsão é que até o final desse ano, a marca atinja 120 unidades, sendo 80% no formato de quiosques.

Segundo Fernando Loureiro, diretor de expansão da Bubblekill, “o custo de operação do quiosque é mais baixo que o da loja e a exposição da marca pode ser maior, sendo que o produto fica normalmente posicionado no corredor do shopping, alcançando maior visibilidade do público. Além disso, a aderência dos quiosques para o mercado food service é muito positiva por inúmeras razões, até mesmo pela praticidade de instalação da unidade, que em poucas horas já está pronta para funcionar”, explica.

À base de água, chá, leite e Yakult, a bebida de origem taiwanesa chama a atenção pelas bolhas feitas a partir de algas marinhas e néctar concentrado de frutas. Ao entrarem em contato com o calor da boca, as bolhas de sabor estouram, liberando o gosto da fruta contido em seu interior, proporcionando uma experiência única ao paladar. A bebida possui mais de 1300 possibilidades de combinações, agradáveis ao paladar e aos olhos. É possível escolher a base, a frutose e as bolhas.

A primeira unidade da marca foi inaugurada no formato loja, no bairro da Liberdade, mas em pouco tempo foi possível identificar a atratividade dos quiosques, especialmente em relação ao menor custo em um período de recessão econômica. “Sentimos uma forte procura por parte dos franqueados e um notável interesse por parte dos shoppings, que conseguem ter um número razoável de quiosques em espaços muitas vezes subutilizados”, analisa Fernando Loureiro.