| Receio de que alguém ocupe seu lugar no trabalho durante o período e falta de planejamento, são algumas das questões que norteiam o trabalhador
Estamos quase no mês de julho, conhecido no Brasil como o mês das férias, e muitos profissionais aproveitam para descansar, viajando com os filhos ou sozinhos. Este momento gera expectativas, mas também medo e insegurança, por diversos motivos. Segundo o especialista em coaching, Jaques Grinberg Costa, os principais são: – Receio de que alguém assuma o seu lugar no trabalho; – O chefe pode encontrar falhas nas atividades desenvolvidas durante sua ausência; – Despesas extras com passeios, viagens e compras podem prejudicar o orçamento; – Pendências no trabalho que não foram finalizadas até o início das férias; – Com a crise e falta de dinheiro, há o receio de sair de férias e ter que ficar e casa/na cidade onde mora. Pelas regras atuais, as férias são um direito dos funcionários brasileiros e obrigatórias de acordo com a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), com no máximo 30 e no mínimo 20 dias. O período é determinado pelo empregador, mas geralmente é feito acordo entre os dois lados. “Se as férias são um direito e obrigatórias, temos que aproveitá-las ao máximo”, considera Jaques Grinberg Costa. Para curtir a época sem estresse, ele ainda dá dicas de atividades para cumprir e não se preocupar neste período:
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