Instituição de ensino superior vence categoria Guia do Estudante – Destaques do Ano por investimentos realizados em infraestrutura
A Universidade Anhembi Morumbi foi reconhecida como uma das instituições de ensino superior que mais investiram na sua infraestrutura em busca da melhoria da qualidade do ensino e na formação dos estudantes. O Centro de Simulação da Escola de Ciências da Saúde conquistou o Prêmio Santander Universidades na categoria Guia do Estudante – Destaques do Ano.
Neste ano, o Prêmio Santander Universidades recebeu cerca de cinco mil inscrições de mais de 500 instituições de ensino superior. Na estreia da categoria Guia do Estudante – Destaques do Ano, foram premiados quatros projetos de universidades relacionados aos temas parceria com o setor privado, combate à evasão, formação de docentes e investimento em infraestrutura. Os finalistas e vencedores foram escolhidos por uma comissão de notáveis do meio jornalístico.
“O Centro de Simulação em Saúde recebeu investimentos de R$ 10 milhões e é hoje referência na América Latina. O prêmio reforça o posicionamento da Universidade em trazer ao Brasil tecnologia de ponta aliada às melhores práticas internacionais no ensino da saúde”, afirma o vice-reitor e CEO da Universidade Anhembi Morumbi, Ricardo Grau.
Com 1.600 metros quadrados de área construída, o Centro de Simulação em Saúde abrange hoje 12 consultórios com salas de observação com câmeras e vídeos, quatro salas avançadas e um hospital composto por dez leitos com manequins e robôs de alta tecnologia que simulam as reações do corpo humano. “O prêmio representa também o reconhecimento pela sociedade da proposta pedagógica dos cursos da Escola de Ciências da Saúde, que, a partir de iniciativas como o Centro de Simulação, prioriza o desenvolvimento multidisciplinar do aluno, com ênfase nos cuidados preventivos, ambulatoriais e comunitários”, afirma o diretor da Escola de Ciências da Saúde da Universidade Anhembi Morumbi, Sérgio Timerman.
Inovação no ensino da saúde
O centro integra o modelo de aprendizado ativo adotado pela Universidade Anhembi Morumbi, a primeira instituição de ensino superior privada a incluir a simulação na metodologia, desde o primeiro semestre. Essa estrutura é utilizada por todos os cursos da Escola de Ciências da Saúde, permitindo o aprendizado integrado entre as especialidades.
No Centro, os alunos conseguem, por exemplo, simular toda a rotina de um hospital, com seus leitos e monitores para visualização das condições do paciente. A postura e desempenho dos alunos no manejo do paciente e diante de uma situação crítica são observados pelos professores através de um vidro unidirecional, numa antessala separada. Suas atuações podem ser gravadas para discussão posterior em grupo.
A Anhembi Morumbi também foi a primeira a importar o primeiro manequim wireless, o SimMan 3G. O equipamento, composto de hardware e softwares, é um manequim computadorizado, programado para simular várias reações humanas, entre elas, o choro, convulsões, a transpiração e a alteração das pupilas. Esses recursos permitem aos alunos manipular um paciente robô, sem incorrer em erro médico, até que atinjam a perfeição nos procedimentos.
Outra ferramenta de ensino inédita no Brasil trazida pela Universidade é o bodypainting, método de pintura corporal temporária utilizado nas aulas de morfologia e sistemas de todos os cursos das Escolas de Ciências da Saúde. Com a aplicação da pintura de sistemas específicos (exemplo: sistema circulatório) sobre o corpo de modelos vivos, junto com uma projeção em movimento do sistema que estão estudando, os alunos visualizam a anatomia humana de acordo com a sua proporção. No Reino Unido, a Peninsula Medical School aplica a pintura corporal desde 2002, mas sem as projeções luminosas.

