Nova lente da SONY – SEL28702
Tecnologia de foco automático evolui para acompanhar o olhar do fotógrafo e garantir imagens nítidas em qualquer situação
Quem fotografa com frequência já se habituou àquele momento em que a câmera no modo automático “decide” o foco antes do clique. Mas o que parece intuitivo e natural é, na verdade, resultado de sensores, leitura de contraste e algoritmos que, juntos, interpretam rapidamente os elementos mais importantes da cena.
O recurso identifica o que importa, interpreta o movimento e entrega nitidez mesmo em situações imprevisíveis, uma combinação de engenharia e inteligência embarcada. “O foco automático teve um papel importante na democratização da fotografia, porque reduz erros comuns, acelera o processo de captura e deixa o fotógrafo mais livre para se dedicar à composição e à criatividade”, afirma Giancarlo Paul, engenheiro de serviço ao cliente na Sony e especialista em produções remotas híbridas.
Sensores
O sistema de foco automático começa no sensor, um dispositivo interno da câmera que converte a luz em imagem digital. Ele lê a cena em busca de áreas de maior contraste, como bordas, diferenças de luz ou mudanças de textura. Sensores de profundidade também conseguem medir a distância entre um objeto e a lente, facilitando a identificação dos contornos.
Esses elementos funcionam como guias para determinar onde a nitidez precisa ser priorizada e, a partir dessa análise, a câmera ajusta o foco de forma rápida e precisa.
Modos de foco
A escolha do modo de foco também influencia diretamente o resultado.
Em situações estáticas, como retratos ou objetos parados, o ponto fixo costuma ser o mais indicado, garantindo nitidez pontual. Nesse modo, a câmera identifica o motivo principal da fotografia e estabiliza o foco ali. Já em cenas com movimento, como práticas esportivas, animais ou crianças em deslocamento constante, o foco contínuo consegue acompanhar o sujeito dentro do quadro.
Modelos atuais, como os da linha Alpha da Sony, contam ainda com recursos de reconhecimento de rosto, olhos e até tipos específicos de objetos, permitindo um acompanhamento mais assertivo mesmo em cenários complexos.

