O Banco do Brasil estreia uma nova leitura de seu mote “Todo Seu”, criado pela Artplan em 2006 e premiado com um Promo Lion em Cannes 2007 pelo case das fachadas do banco pintadas com nomes de clientes. Na nova versão, que será lançada com um filme de um minuto e três versões de 30 segundos, há uma ligação público e o privado, representados respectivamente pelas palavras “Todo” e “Seu”. Dessa forma, o “Todo” seria o compromisso com o desenvolvimento do país enquanto o “Seu” seria o banco que compete no mercado em diversos segmentos com outras grandes instituições financeiras. Na primeira frase, “Todo” é associado com o investimento dos lucros no País enquanto “Seu” é “Ter os olhos em você”.

Armando Medeiros, diretor de marketing do Banco do Brasil, diz que a campanha visa mostrar a ligação entre o coletivo e o individual e, especialmente, entre o crescimento do país e o sonho dos brasileiros. “Mostramos que o banco, ao contribuir com o desenvolvimento do País, se faz presente nos momentos mais marcantes da vida de seus clientes”, explica Medeiros. Para ele, a dualidade na nova abordagem é uma evolução do conceito que “reforça a identidade única do banco”.

A criação é de Edu Henrique, Fabio Ludwig, Gustavo Tirre, Maurício Oliveira, Ricardo Weistman, Alexandre Ferro, André Sartorelli, Ary Nogueira, Gustavo Dois, Hugo Monteiro e Rodrigo “Bera” Campos, e direção criativa de Roberto Vilhena. Como exige a nova lei em jobs acima de R$ 1 milhão, a Artplan venceu concorrência interna contra a Master. A produção dos filmes é da Delicatessen, que também disponibilizará uma versão de 90 segundos do principal filme para veiculação online. Também haverá anúncios para jornais e revistas, spots para rádio, mídia exterior e mobiliário urbano.

Com lucro líquido recorde de R$ 11,7 bilhões no balanço de 2010 publicado na última semana e previsão de abertura de 600 novas agências, o Banco do Brasil prepara para os próximos 30 dias a publicação do edital para o novo contrato de publicidade que será licitado este ano, com orçamento anual de R$ 420 milhões.

O contrato atual, em vigência desde 2006 e que vence em outubro deste ano, Artplan e Master gerenciam R$ 150 milhões por ano. O Banco do Brasil também prepara uma licitação por sua conta digital. “Essa é uma necessidade que identificamos em nossa comunicação, com ênfase especial nas redes sociais”, conta Medeiros.